domingo, 2 de outubro de 2011

Não faça a pergunta!

Ao olhar crianças brincando no parque, espere para ver se uma delas machuca o joelho, cai, ou bate cabeça. Observe se a criança pára o que estiver fazendo e corre para a mamãe. A maioria delas faz isso, mas outras não. De vez em quando uma se destaca em meio à multidão, como o sol em um dia nublado, brilhando no céu. Alguns dizem que isso não faz diferença. Eu digo dane-se… Tudo importa. Coisas grandes, pequenas e todas as coisas no meio dessas também importam para mim.
Frank McGrath

Não caia na rotina, não fique à vontade; mantenha-se elétrico como se estivesse sob a mira de uma arma. Se você está sentado, levante-se. Se você está caminhando, corra. Se você está tentando, pare de tentar e realize algo. Se você está dormindo profundamente e vagando agradavelmente através dos sonhos, acorde. Preste atenção nas minhas palavras: não caia na rotina e não se acomode. Lembre-se: nós não podemos ver como o motor funciona se ficarmos na primeira marcha – temos que acelerar.
Você precisa entender que o trabalho de base e os detalhes são valiosos, você precisa saber que tem que ir sempre além. Este esporte já tem bastante preguiçosos, está cheio de “playboys de academia”. O treino pesado liberta a alma. Não dormir. Se esforçar. Acordar às 2h da manhã e correr 5 km. Suor e trabalho duro… Busque essas coisas, não fuja delas. Esse é o segredo.
Os que correram para a mamãe cresceram chorões e realizaram pouco na vida. Eles comem 6 donuts no almoço. Eu acordo às 3h da manhã para fazer 2 horas de levantamento de pesos e 500 flexões. Essa é a diferença entre ganhar e perder – e eu não estou falando de nenhuma competição. A moral da história é esta: se você não quer ouvir a resposta, não faça a pergunta. Essa é a real.
Fonte:http://universalnutrition.com.br

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